Agua de Chocalho,

Painel debate mídias no combate à intolerância religiosa

Amanhã, 21, terça, é o o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. Para marcar a data eu vou participar de um painel ao lado de outros colegas jornalistas para debater a presença do racismo e intolerância religiosa no conteúdo midiático.

Intitulado Nas lentes da exclusão: racismo e intolerância religiosa na mídia, o encontro está sendo organizado pela Secretaria Estadual da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e vai acontecer no Teatro Vila Velha, a partir das 16 horas.  A iniciativa integra as ações da Década Internacional Afrodescendente na Bahia e o calendário que comemora os dez anos de criação da secretaria.

Estarei em excelente companhia: Fabya Reis, titular da Sepromi; Yuri Silva, repórter de A Tarde e membro do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN); André Santana, do Instituto Mídia Étnica e do Portal Correio Nagô; Jamile Menezes do portal Soteropreta e Flávio Gonçalves, diretor geral do Irdeb.

A ideia do debate é encontrar caminhos para combater o ódio de base religiosa e destacar iniciativas interessantes já aplicadas nesse sentido. O acesso é gratuito e o credenciamento é feito no local.

Makota Valdina Pinto durante a 12ª Caminhada pelo fim da violência, da intolerância religiosa e pela paz, realizada anualmente por terreiros do Engenho Velho da Federação

O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela ONU como uma forma de lembrar- para não voltar a acontecer algo semelhante-, o massacre de Shaperville, África do Sul. Um protesto contra uma das medidas desdobradas do apertheid- Lei do Passe- resultou na morte de 69 pessoas e 186 feridos.

Serviço:

O quê: Painel “Nas lentes da exclusão: Racismo e intolerância religiosa na mídia”.

Quando: 21 de março de 2017 (terça-feira), às 16hs.

Onde: Teatro Vila Velha (Passeio Público/Campo Grande) – Salvador/BA.

 

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Escritor

Nasci em Cachoeira no recôncavo; cresci em Iaçu na Chapada Diamantina e há 24 anos vivo em Salvador. Transito, portanto, em três das áreas mais charmosas da Bahia. Sou jornalista, mestra em estudos étnicos e africanos e doutoranda em antropologia.

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